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Terapia Focada nas Emoções
Processo Experiencial Integrativo
Terapia Cognitivo Comportamental
Terapia do Esquema


Processo Experiencial Integrativo

O Processo Experiencial Integrativo (P.E.I.) é uma forma de intervenção em psicoterapia que vem desenvolvida pelo Psicólogo brasileiro Marco Aurélio Mendes. É importante frisar o termo “forma” pois a idéia não é a de ser uma nova abordagem e sim uma maneira de conduzir a psicoterapia com o foco na experiência do cliente momento a momento e, especialmente, da relação terapêutica.

A idéia central é a integração de diferentes abordagens com a utilização da relação terapêutica para refazer a visão de mundo do cliente a partir do atendimento às necessidades fundamentais dos seres humanos : acolhimento, empatia, limites adequados, proteção, compaixão e compartilhamento. Da Terapia Focada nas Emoções e da Terapia do Esquema, existe a influência da experienciação e do uso de intervenções vivenciais nas sessões. Da Terapia Cognitivo-Comportamental e de outras terapias contemporâneas, há a ênfase em ajudar o cliente a se regular minimamente para que possam ser trabalhados conteúdos mais difíceis.

A Teoria do Apego é a base de todo o processo. Bowlby & Ainsworth descreveram as relações vinculares como o pilar da formação do Self e das emoções de todos os nós. Não é que estas relações determinam quem somos mas não há a menor dúvida que elas fornecem a estrutura pela qual vamos compreender o universo a nossa volta e também um modelo de como devemos nos relacionar com as pessoas. Muito mais do que isto, o ambiente da primeira infância marca o nosso corpo de forma impactante, influenciando até mesmo na nossa fisiologia, como observado nos indvíduos que foram negligenciados na infância e apresentam grande reatividade emocional na vida adulta. Novas relações com outros indivíduos podem mudar este quadro e auxiliar na revisão destes modelos. A terapia é uma delas pois ali , a pessoa vive uma relação especial , de segurança e confiança, capaz de fornecer um antídoto as mazelas do passado e auxíliá-la a buscar na vida aquilo que realmente necessita.

Neste processo, a Teoria do Apego de John Bowlby & Mary Ainsworth é quem informa ao terapeuta sobre a dinâmica emocional daquela pessoa. Como estes vínculos foram formados, como e quando foram revisitados e restruturados, e quais as suas necessidades centrais. Bowlby & Ainsworth frisavam a importância para o desenvolvimento saudável , de que as pessoas tivessem em sua figura de apego um modelo de base segura e porto seguro. No P.E.I. , o terapeuta se oferece e se coloca neste lugar, levando em conta os limites éticos da relação terapêutica. É importante que o cliente tenha esta relação especial, sendo regulado emocionalmente pelo terapeuta. Após este processo, ele consegue criar uma instância segura dentro de si mesmo e assim se posicionar na vida de maneira mais autônoma.
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